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"Os diletantes são-no geralmente de ideias ou de emoções - porque para compreender todas as ideias ou sentir todas as emoções basta exercer o pensamento ou exercer o sentimento, e todos nós, mortais, podemos, sem que nenhum obstáculo nos coarcte, mover-nos liberrimamente nos ilimitados campos do raciocínio ou da sensibilidade.” Eça de Queiroz

Saudades

JAC, em 20.05.13

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Há 25 anos começou algo que criou uma geração em todo diferente da anterior. O mundo é feito de mudanças em torno de pontos de viragem, como o Maio de 68 ou a Guerra do Vietename. Por cá, o 25 de Abril não tinha arejado suficientemente o país e ainda havia um domínio politicamente correcto das barbas leninistas, com o cinzento contraponto dos saudosismos salazaristas. Há 25 anos apareceu "O Independente" e com ele uma nova forma de olhar o país, de o escrever, de o pensar. "O Independente" foi um ponto de viragem num país esquerdizado e cinzento, em que o sentido de humor era uma perigosa fuga à norma. Há bons e maus jornais, boas e más revistas, o Indy não era só um jornal, não era só uma revista ("Caderno 3"), era uma forma de estar e ver a vida. "O Independente" fez uma nova geração à qual pertenço. Obrigado ao "O Independente". Saudades de "O Independente".

 

 

 

 

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