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"Os diletantes são-no geralmente de ideias ou de emoções - porque para compreender todas as ideias ou sentir todas as emoções basta exercer o pensamento ou exercer o sentimento, e todos nós, mortais, podemos, sem que nenhum obstáculo nos coarcte, mover-nos liberrimamente nos ilimitados campos do raciocínio ou da sensibilidade.” Eça de Queiroz

Concertos que não v(ere)i

JAC, em 24.09.13

Uma escadaria para as profundesas de uma nuvem de fumo. Um pequeno palco ao fundo. Um copo de whiskey. Uma noite longa, nostálgica e hipnótica. O corpo transportado para um limbo pelos sons do trompete e da voz.

Assim imagino um concerto de Chet Baker, o homem que redefiniu a palavra cool e a colou ao jazz.

 

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Concertos que não v(ere)i

JAC, em 09.09.13

Vinicius de Moraes. Uma mesa com whisky e gelo. Toquinho, Tom e Miúcha. Esta preciosa gravação feita em Itália deixa a memória do que poderia ser um concerto com Vinicius. Tal como as fantásticas gravações, em disco, dos concertos "en La Fusa" em Mar del Plata, o concerto seminal no "Au Bon Gourmet", ou a etílica noite em casa de Amália.

"Poeta, diplomata, o branco mais preto do Brasil". Vinicius foi Vinicius, um personagem ímpar ao qual não seria possível ficar indiferente. Dos seus concertos fica a memório dos registos e a enorme pena de não poder ter lá estado, num qualquer deles, a ouvir a sua poesia ao som dos acordes de Tom ou Toquinho e do gelo a rodar no copo de whinsky que ia esvaziando.

 

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